quinta-feira, 20 de junho de 2013

Diários de Uma Escritora - 18

Banco de dados.
Todo escritor precisa ter um, não apenas o mental, mas se possível um que ele possa sempre estar checando só para tirar dúvidas ou deixá-lo mais inspirado.

Diários de Uma Escritora 18 - Banco de dados

O banco de dados é formado por pesquisas de diversos tipos, desde o mais trivial até o mais complicado.

Algumas informações nós armazenamos no cérebro, um local que sinceramente não é assim TÃO seguro quanto todos pensam. Outros preferem escrever em cadernos ou no computador (imprimindo e guardando em uma pasta ou deixando no próprio HD ou pendrive).
De qualquer forma, é sempre bom usar várias opções para guardar a sua pesquisa, confiar em apenas uma pode gerar problemas futuros.

Por exemplo, se você for ruim para imaginar ambientes (casas, cômodos, prédios) é bom ter referências visuais para poder se inspirar e não ficar tão perdido, seja procurando fotos pela internet ou se tornando o fotógrafo.

Pesquisar por notícias, curiosidades e definições sobre um assunto que pretende abordar ajuda bastante a enriquecer não só o seu conhecimento como a trama, tornando-a mais crível e interessante.

Se precisar entrevistar algum especialista, não tenha vergonha e corra atrás. Antes disso prepare as perguntas que fará e preferencialmente leve-as escritas, já que no momento você pode esquecê-las por "n" motivos.

Se tiver um gravador (de preferência digital, pois o de fita é do tempo do ronca) ou uma filmadora, não se esqueça de pedir autorização previamente e saiba se vai precisar assinar algum documento se comprometendo a manter a gravação privada (sem postar no YouTube e afins). Se for, sempre peça uma cópia e leia antes de assinar!
Não enrole muito, tente ser o mais objetivo possível. Sabe como é "tempo é dinheiro".
Como nunca se sabe o que pode acontecer, leve mais de um item para gravar a conversa, se um falhar você usa o outro.
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Seja organizado, evite dores de cabeça por nada.
Por mais que a sua mesa seja uma bagunça e seu quarto uma zona de guerra, suas pesquisas devem estar na mais perfeita organização e sempre com fácil acesso. Não tem nada pior do que precisar escrever e não saber onde está o raio do caderno com aquela informação preciosa (meu caso atual, porém, estou perdoada por estar arrumando a casa - acabei de me mudar).

Não jogue fora pesquisas de projetos que você desistiu! Elas podem servir para projetos futuros (mesmo você achando que não).
É bizarro perceber que pode-se reaproveitar tantas coisas de histórias que não foram levadas para frente, sejam pedaços da trama, personagens ou até mesmo pequenos detalhes que podem fazer muita diferença se bem arranjados.

Para os escritores curiosos tudo pode se tornar motivo para estudo, e de alguma forma eles conseguem incluir aquele assunto em suas histórias, dando grande importância ou somente citando, mesmo que a pesquisa tenha sido bem mais profunda.

O importante é manter e aumentar o banco de dados, nunca parar de procurar e sempre desejar mais conhecimento. Isso deixa o cérebro ativo e te garante uma boa saúde mental (com ressalvas a qualquer problema genético ou gerado pelo ambiente, como o estresse).

Saudades das Festas Juninas
Saudades de quando eu era criança e participava das festas juninas.
Vestia roupa de caipira, fazia pintinhas na cara, colocava batom, fazia maria chiquinha, comia cachorro quente, maçã do amor, dançava quadrilha... Bons tempos que não voltam mais... Só que encontrei as fotos dessa época e caí na risada com as lembranças.

Pois é, e o inverno está aí... E eu quebrei o ritmo de postar em todo dia 19. Eu me odeio.
De qualquer forma, este post foi programado erradamente, porque correria é correria e a minha dislexia confundiu 20 com 19. Ainda me odeio.

Nos vemos em 19/07 (eu espero)!

Por Kimono Vermelho (20/06/2013)

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